quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Feira de ciências
No último sábado (05), foi realizada nas dependências do N.M. Leoniza Carvalho Agostini a feira de ciências da escola. Este ano a disciplina de Educação Física se fez presente com um trabalho sobre a importância dos jogos para o desenvolvimento da criança.
domingo, 29 de novembro de 2009
37ª rodada Brasileirão 2009
Nunca se viu um campeonato por pontos corridos que na última rodada mais do que dois times estivessem disputando o título. Muita emoção na rodada deste domingo: a virada do Inter sobre o Sport em Recife, a goleada do Goiás que tirou o São Paulo da liderança, a vitória do Palmeiras, enfim, muita emoção para a rodada final do campeonato. Ah, claro, o Flamengo agora está com as duas mãos na taça.
“La main de gloire”
L.F. Veríssimo
(Zero Hora, 29/11/2009)
O próprio Thierry Henry pede que o jogo seja repetido. Ele está sendo corroído pelo remorso. Levou, sim, a bola com a mão na jogada que resultou no gol que classificou a França para a Copa do Mundo – e desclassificou a Irlanda. Thierry Henry tem sonhos. Num dos sonhos, gnomos irlandeses invadem o seu quarto enquanto ele dorme e levam a sua mão! Thierry Henry acorda sem sua mão esquerda, a que ajeitou a bola para o passe. A mão criminosa, levada para Dublin, para ser julgada. Em outro sonho, a seleção da França entra em campo para o seu primeiro jogo na Copa da África do Sul, e o estádio inteiro agita a mão esquerda no ar enquanto vaia os franceses, e Thierry Henry identifica a sua própria mãe no meio da multidão gritando “Vergonha! Vergonha!”. “Honte! Honte!” A seleção tenta se refugiar no vestiário mas as mãos vão atrás e derrubam os jogadores com cócegas e tapas. Ouve-se no estádio uma nova versão da Marselhesa: Alonsanfã de la patrie, la main de gloire est arrivê... Thierry Henry não consegue comer. Pela sua saúde – sem falar na sua honra e na honra da França – é preciso que o jogo seja anulado e jogado outra vez. Mas a Fifa resiste.
– Pense na complicação, Thierry. Anular um jogo e organizar outro... Mudar todo o nosso calendário... Não dá.
– Mas eu não aguento mais o remorso. Não durmo, não como... E o bom nome da França?
– Temos que ser práticos, Thierry. Aconteceu, foi lamentável, mas não se pode mudar a História. E o bom nome da França, que já resistiu a tanta coisa, certamente resistirá a mais isto. O governo de Vichy foi bem pior.
– Sim, mas e eu? A minha história, o meu bom nome? E a minha saúde?
– Tudo isso passará com o tempo, Thierry. E tem outra coisa.
– O quê?
– Pense no precedente.
A Fifa tem razão. Repetir o jogo por causa da mão e da culpa de Thierry Henry criaria um precedente incômodo. O remorso de Thierry Henry poderia contagiar o planeta. O arrependimento e a ânsia de confessar erros e corrigir a história poderia extrapolar do mundo do futebol (outras mãos decisivas que o juiz não viu, pênaltis fingidos, campeonatos comprados) para o da política (“Roubei, roubei sim! Quero que me cassem!”) e dos negócios (“Superfaturei! Explorei meus empregados! Não mereço a minha fortuna!”) e acabar numa orgia de autorrecriminação e reparação, culminando – por que não? – com as Américas sendo devolvidas aos índios.
Mas Thierry Henry insiste. Sua culpa precisa ser expiada.
Maradona telefona.
– Tchê, Henry. Qué pasa?
- Foi o passe que dei depois de ajeitar a bola com a...
- No, no. Qué se pasa por ai? Que história é essa de querer voltar atrás e desfazer a sua mão? Vão acabar pedindo que a Argentina devolva a Copa de 86 por causa do gol que eu fiz com a mão contra a Inglaterra. Ou decidindo repetir aquele jogo. Nada de voltar no tempo, viejo. Para com isso. O que está feito, bem ou mal, está feito. Volver é nome de tango.
- Mas você nunca sentiu remorso?
- Re... o quê?
Thierry Henry finalmente cede. Não insiste na expiação da sua culpa. Raciocina assim: se a França for mal na Copa, será castigo suficiente. Se a França ganhar a Copa, então rasgará as vestes, derramará champanha sobre a própria cabeça e será esmagado e carregado no ar por homens suados, como contrição.
(Zero Hora, 29/11/2009)
O próprio Thierry Henry pede que o jogo seja repetido. Ele está sendo corroído pelo remorso. Levou, sim, a bola com a mão na jogada que resultou no gol que classificou a França para a Copa do Mundo – e desclassificou a Irlanda. Thierry Henry tem sonhos. Num dos sonhos, gnomos irlandeses invadem o seu quarto enquanto ele dorme e levam a sua mão! Thierry Henry acorda sem sua mão esquerda, a que ajeitou a bola para o passe. A mão criminosa, levada para Dublin, para ser julgada. Em outro sonho, a seleção da França entra em campo para o seu primeiro jogo na Copa da África do Sul, e o estádio inteiro agita a mão esquerda no ar enquanto vaia os franceses, e Thierry Henry identifica a sua própria mãe no meio da multidão gritando “Vergonha! Vergonha!”. “Honte! Honte!” A seleção tenta se refugiar no vestiário mas as mãos vão atrás e derrubam os jogadores com cócegas e tapas. Ouve-se no estádio uma nova versão da Marselhesa: Alonsanfã de la patrie, la main de gloire est arrivê... Thierry Henry não consegue comer. Pela sua saúde – sem falar na sua honra e na honra da França – é preciso que o jogo seja anulado e jogado outra vez. Mas a Fifa resiste.
– Pense na complicação, Thierry. Anular um jogo e organizar outro... Mudar todo o nosso calendário... Não dá.
– Mas eu não aguento mais o remorso. Não durmo, não como... E o bom nome da França?
– Temos que ser práticos, Thierry. Aconteceu, foi lamentável, mas não se pode mudar a História. E o bom nome da França, que já resistiu a tanta coisa, certamente resistirá a mais isto. O governo de Vichy foi bem pior.
– Sim, mas e eu? A minha história, o meu bom nome? E a minha saúde?
– Tudo isso passará com o tempo, Thierry. E tem outra coisa.
– O quê?
– Pense no precedente.
A Fifa tem razão. Repetir o jogo por causa da mão e da culpa de Thierry Henry criaria um precedente incômodo. O remorso de Thierry Henry poderia contagiar o planeta. O arrependimento e a ânsia de confessar erros e corrigir a história poderia extrapolar do mundo do futebol (outras mãos decisivas que o juiz não viu, pênaltis fingidos, campeonatos comprados) para o da política (“Roubei, roubei sim! Quero que me cassem!”) e dos negócios (“Superfaturei! Explorei meus empregados! Não mereço a minha fortuna!”) e acabar numa orgia de autorrecriminação e reparação, culminando – por que não? – com as Américas sendo devolvidas aos índios.
Mas Thierry Henry insiste. Sua culpa precisa ser expiada.
Maradona telefona.
– Tchê, Henry. Qué pasa?
- Foi o passe que dei depois de ajeitar a bola com a...
- No, no. Qué se pasa por ai? Que história é essa de querer voltar atrás e desfazer a sua mão? Vão acabar pedindo que a Argentina devolva a Copa de 86 por causa do gol que eu fiz com a mão contra a Inglaterra. Ou decidindo repetir aquele jogo. Nada de voltar no tempo, viejo. Para com isso. O que está feito, bem ou mal, está feito. Volver é nome de tango.
- Mas você nunca sentiu remorso?
- Re... o quê?
Thierry Henry finalmente cede. Não insiste na expiação da sua culpa. Raciocina assim: se a França for mal na Copa, será castigo suficiente. Se a França ganhar a Copa, então rasgará as vestes, derramará champanha sobre a própria cabeça e será esmagado e carregado no ar por homens suados, como contrição.
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Diversos
sábado, 28 de novembro de 2009
O que é Treinamento Funcional?
"O Treinamento Funcional resgata através de um programa de treinamento individualizado e específico, a capacidade funcional de um homem moderno, independente do seu nível de condição física e das atividades que ele desenvolva. Usando exercícios que se relacionam com a atividade específica do indivíduo e que transferem seus ganhos de forma efetiva para o seu dia-a-dia. O Treinamento Funcional torna a performance (fator até então restrito ao treinamento de atletas), acessível a todos. Todas as capacidades físicas – equilíbrio, força, velocidade, coordenação, flexibilidade e resistência – são trabalhadas de forma integrada através de movimentos multi-articulares e multi-planares do envolvimento da propriocepção."
Fonte: http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=123
Fonte: http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=123
Quem para de se exercitar pode ganhar mais peso do que foi perdido, afirma estudo
Matéria na íntegra no site : Portal da Educação Física.
http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=7661
http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=7661
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Congresso técnico.
Dia 02/12 (quarta-feira) às 17:30h nas dependências da Secretaria Municipal de Educação de Curitibanos, será realizado o congresso técnico do Jec's (Jogos Escolares de Curitibanos).
As modalidades disputadas esse ano serão: Futsal, Voleibol, Xadrez e Tênis de mesa.
As modalidades disputadas esse ano serão: Futsal, Voleibol, Xadrez e Tênis de mesa.
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